O pós-reality de Pedro Henrique Espíndola tomou um rumo drástico e policial. Investigado por crime sexual dentro do BBB 26, o ex-participante ainda não foi localizado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá para prestar depoimento. Uma semana após a abertura oficial do inquérito, as autoridades cariocas enfrentam dificuldades para notificar o ex-brother e seus familiares, travando o ritmo das apurações que dominam as discussões nas redes sociais.
A situação escalou a ponto de a Polícia Civil do Rio de Janeiro solicitar oficialmente o apoio das autoridades do Paraná, estado natal de Pedro. A estratégia busca confirmar informações de que ele teria sido encaminhado a uma clínica psiquiátrica em sua região de origem, conforme ventilado por pessoas próximas logo após sua saída conturbada da casa mais vigiada do Brasil.
O estopim da crise no reality
A trajetória de Pedro no programa da TV Globo implodiu no último dia 18. O público assistiu ao momento em que ele tentou beijar a modelo Jordana Morais sem qualquer consentimento, sendo prontamente repelido pela sister. A tensão foi tamanha que o apresentador Tadeu Schmidt deixou claro: a expulsão era o caminho inevitável caso o participante não tivesse antecipado sua saída ao apertar o botão de desistência.
Desdobramentos e outras acusações
O cerco jurídico contra o ex-BBB não se limita ao que aconteceu na casa principal. A Polícia Civil do Rio Grande do Sul também entrou no caso para apurar uma denúncia de importunação sexual contra a modelo Elisa Klein. O episódio teria ocorrido durante a dinâmica da Casa de Vidro do Sul, em Porto Alegre, e as imagens que circulam na internet já estão sob análise pericial.
A comunidade que acompanha o programa e os entusiastas de cultura pop reagiram com indignação, transformando o caso em um marco sobre a discussão de consentimento em ambientes de confinamento. O sumiço estratégico ou médico de Pedro apenas aumenta a pressão sobre a emissora e as autoridades para que as respostas venham o quanto antes.
O que esperar das próximas semanas
A ausência de um depoimento formal trava os próximos passos do Ministério Público. Enquanto a defesa do ex-participante não se manifesta oficialmente e o paradeiro exato permanece um mistério para a Deam, o caso segue em um limbo jurídico que testa a paciência da opinião pública. A colaboração interestadual será a chave para que o inquérito avance ou para que novas medidas cautelares sejam solicitadas.
O cenário atual mostra que, para Pedro Henrique, o jogo acabou da pior forma possível: longe dos holofotes da fama e sob a mira rigorosa da lei, em um caso que promete redefinir as regras de segurança e conduta para as próximas edições do reality.
Fonte: https://www.areavip.com.br/
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