Gianni Infantino é apontado por Trump como favorito para comandar a ONU
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Gianni Infantino é apontado por Trump como favorito para comandar a ONU

Mairon Vieira
Escrito por Mairon Vieira

Mairon Vieira é jornalista e especialista em conteúdo digital, com mais de 13 anos de experiência em produção de conteúdo para a internet. Ao longo da carreira, desenvolveu milhares de artigos voltados para notícias, tecnologia, economia, games e tendências do mercado, sempre com foco em oferecer informações claras, confiáveis e de fácil compreensão.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria defendendo o nome de Gianni Infantino, atual presidente da FIFA, para assumir o cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A informação foi publicada pelo New York Post, que cita uma fonte próxima ao presidente norte-americano.

Segundo a reportagem, Trump acredita que Infantino possui uma “capacidade especial de unir pessoas” e é uma figura respeitada internacionalmente. Caso a indicação avance, o dirigente do futebol substituiria António Guterres, cujo mandato à frente da ONU termina em dezembro de 2026.

A aproximação entre Trump e Infantino se intensificou nos últimos anos, especialmente durante a preparação e a realização da Copa do Mundo de 2026, sediada em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México. O presidente da FIFA participou de diversos eventos organizados pela Casa Branca e fez aparições públicas ao lado do mandatário americano.

Essa relação, porém, também gerou críticas. Durante o Mundial, a FIFA foi alvo de questionamentos após reverter a suspensão por cartão vermelho do atacante Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos, em uma decisão que teria ocorrido após uma intervenção de Trump, segundo relatos da imprensa internacional.

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Além disso, organizações de direitos humanos já acusaram Infantino de violar o princípio de neutralidade política da FIFA devido à proximidade com o presidente americano. No fim de 2025, o grupo Fair Square apresentou uma denúncia ao comitê de ética da entidade alegando apoio público às políticas de Trump.

Apesar da preferência do presidente dos Estados Unidos, a escolha do próximo secretário-geral da ONU depende de um processo diplomático complexo. O candidato precisa ser recomendado pelo Conselho de Segurança da ONU e, posteriormente, aprovado pela Assembleia Geral, composta pelos 193 Estados-membros.

Até o momento, não há confirmação de que Gianni Infantino tenha interesse em disputar o cargo ou mesmo de que tenha recebido um convite formal. Entre os nomes apontados como possíveis concorrentes estão a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi.

Caso a movimentação política avance, a possível candidatura de Infantino poderá ampliar ainda mais o debate sobre a relação entre esporte, diplomacia internacional e política, especialmente em um momento em que a FIFA busca reforçar sua influência global para além dos gramados.

Fonte: https://www.telegraph.co.uk/

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