Distrito Federal e Goiás entram em clima de eleição com uma disputa acirrada pelo governo. No DF, dez candidatos buscam o comando local, enquanto Goiás tem seis concorrentes na corrida pelo Palácio das Esmeraldas.
No Distrito Federal, a atual governadora Celina Leão tenta a reeleição apoiada por uma ampla coligação que inclui PP, União Brasil, PL, MDB, Republicanos, Podemos, DC, Mobiliza, Democrata, PRD e Solidariedade. Entre os adversários, está Leandro Grass, ex-deputado distrital e ex-presidente do IPHAN, representando o PT; além de nomes como Ricardo Capelli (PSB), Paula Belmonte (PSDC), Kiko Caputo (Novo) e outros.
Um ponto de destaque na disputa do DF foi a polêmica envolvendo o ex-governador José Roberto Arruda (PSD). Apesar de ter tido seu registro de candidatura indeferido pelo TSE devido a condenações por improbidade administrativa, seu nome ainda aparecerá na urna eletrônica. Os votos para Arruda serão considerados nulos, mas o episódio traz uma dinâmica especial à eleição local.
Em Goiás, a corrida tem seis candidatos. O atual governador Daniel Vilela (MDB) tenta a reeleição após assumir o cargo quando Ronaldo Caiado (União Brasil) renunciou para disputar a presidência. O experiente político Marconi Perillo (PSDB), ex-senador e ex-governador por quatro mandatos, busca retornar ao Palácio das Esmeraldas. Completa a lista o senador Wilder Morais (PL), além de Luis César Bueno (PT), Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO) e Luciana Amorim (Unidade Popular).
Com a proximidade da votação, os eleitores têm a oportunidade de conhecer os planos de governo disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), garantindo uma escolha mais consciente e alinhada às suas expectativas.
Essa disputa revela não apenas o cenário político local, mas também os movimentos estratégicos dos partidos em duas regiões de grande importância para o país. A diversidade de candidatos e a presença de figuras tradicionais reforçam a complexidade e a relevância das eleições em 2026 no DF e Goiás.
Ficar de olho nessas eleições é fundamental para entender os rumos que essas unidades federativas podem tomar nos próximos anos, especialmente considerando o peso político e econômico que ambas exercem no contexto nacional.
