Lançado oficialmente nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, Primal Planet chegou às plataformas Steam e GOG trazendo uma proposta singular no gênero metroidvania. Desenvolvido ao longo de cinco anos por Albert van Zyl, conhecido como Seethingswarm, o jogo mistura exploração, combate e mecânicas de sobrevivência em um universo onde dinossauros, tribos selvagens e até alienígenas compõem o pano de fundo de uma história sem uma única linha de diálogo. Com visual pixelado e atmosfera carregada de sentimentos, o protagonista é um pai das cavernas que precisa proteger sua família enquanto cuida de um filhote de dinossauro órfão.
Olha só que interessante: apesar da simplicidade narrativa, tudo é transmitido com gestos, suspiros e animações. A ausência de diálogos não impediu que o jogo conquistasse a crítica especializada. IGN descreveu Primal Planet como “um dos jogos mais encantadores desde 1982”, elogiando a riqueza de detalhes e o carinho colocado em cada cena. Já a PC Gamer afirmou que “nenhum outro jogo em 2025 proporcionou tanta diversão”. Há também destaque para a trilha sonora e o comportamento realista dos dinossauros, que agem como parte de um ecossistema dinâmico — alguns fogem, outros atacam, e muitos simplesmente ignoram o jogador… até que não ignorem mais.
De acordo com o criador, o título busca equilíbrio entre ciência e fantasia. Mais de oito espécies diferentes surgem ao longo da jornada — de Sinosauropteryx a Tyrannosaurus Rex — todas com comportamentos inspirados em estudos fósseis. Seethingswarm cita influências que vão de Jurassic Park a War of the Worlds, passando pelo estilo brutal de Primal, de Genndy Tartakovsky. A ideia era criar um mundo que se movesse sozinho, onde o jogador pudesse apenas parar e observar as coisas acontecendo. O resultado é um metroidvania com crafting leve, segredos espalhados por mapas intrincados, e a possibilidade de um segundo jogador assumir o controle de Sino, o ágil dinossauro companheiro do protagonista, no modo cooperativo local.
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