No próximo domingo, 4 de outubro, os eleitores brasileiros irão às urnas para escolher até seis candidatos diferentes nas Eleições 2026. A votação eletrônica segue regras específicas quanto à quantidade de dígitos por cargo e a sequência na qual os votos devem ser registrados.
Cada cargo possui um código numérico distinto: para deputado federal, são 4 dígitos; deputado estadual ou distrital, 5 dígitos; senador, 3 dígitos; governador e presidente da República, 2 dígitos cada. Essa organização visa facilitar o processo e evitar erros durante a votação.
A ordem na urna eletrônica será: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e, por fim, presidente da República. A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor anote os números dos candidatos em um papel, conhecido popularmente como “cola”, para agilizar a votação e diminuir filas.
Importante destacar que o celular e outros aparelhos eletrônicos estão proibidos na cabine de votação para garantir o sigilo do voto. Apenas documentos digitais para identificação, como o aplicativo e-Título, CNH Digital e RG Digital, são permitidos. Além disso, documentos oficiais com foto, mesmo vencidos, são aceitos para identificação.
A coordenadora de Mídias e Web do Tribunal Superior Eleitoral, Rakell Dimanski, ressalta que a anotação em papel é fundamental para uma votação tranquila e eficiente, evitando atrasos causados pela necessidade de decorar muitos números.
Com essas orientações claras, a expectativa é que o processo eleitoral transcorra de forma mais rápida e segura, garantindo o direito do eleitor de escolher seus representantes com praticidade e sem contratempos.




