A Walt Disney confirmou a demissão de centenas de funcionários em diferentes setores da empresa, especialmente nos departamentos de recursos humanos e tecnologia da informação (TI), segundo apuração da revista americana Variety. Essa é a terceira leva de cortes desde março, quando Josh D’Amaro assumiu como CEO.
Desde o início de 2026, a Disney vem implementando uma série de reduções no quadro de colaboradores para conter gastos e focar em áreas estratégicas de crescimento. Em abril, cerca de 1.000 postos foram eliminados, seguido por centenas de demissões em julho envolvendo divisões como Pixar, ESPN e Disney Entertainment Television.
A recente rodada, que atingiu principalmente o setor corporativo e unidades como a National Geographic, também incluiu pacotes de aposentadoria antecipada para executivos de longa data. O objetivo declarado pela liderança, incluindo o diretor financeiro Hugh Johnston, é liberar recursos para investimentos futuros e fortalecer setores chave da empresa.
Com aproximadamente 231 mil colaboradores no mundo, a Disney enfrenta o desafio de equilibrar sua vasta operação global com a necessidade de adaptação econômica. As mudanças refletem uma estratégia clara de otimização, alinhada a um cenário competitivo cada vez mais exigente no mercado de entretenimento.
Embora os cortes impactem diretamente o quadro de funcionários, a expectativa é que a Disney mantenha sua capacidade de inovação e produção, priorizando iniciativas que possam garantir crescimento sustentável. A movimentação destaca como grandes estúdios ajustam suas estruturas para se manterem relevantes e competitivos no futuro próximo.
