A poucos dias do primeiro turno presidencial marcado para 4 de outubro, os candidatos intensificaram suas agendas de campanha pelo país, buscando ampliar o alcance e reforçar suas propostas junto aos eleitores. O movimento marca o último fim de semana antes das urnas, com atividades em estados-chave e nas capitais brasileiras.
Entre os destaques, Renan Santos, do Missão, percorreu cidades do interior paulista e mineiro, como Franca, Uberaba e Uberlândia. Em entrevista, defendeu o fim da autonomia universitária para priorizar cursos de exatas e biológicas nas federais, além de afirmar que a reforma da Previdência é inevitável para evitar uma crise econômica grave.
No interior de São Paulo, Clariana Barão, do DC, participou de eventos em Santana de Parnaíba, enquanto em Belo Horizonte, Hertz Dias (PSTU) distribuiu panfletos e dialogou com eleitores em locais tradicionais da capital mineira. Já Romeu Zema, do Novo, cumpriu agenda no Sul de Minas, prometendo ampliar o crédito agrícola e garantir seguro-safra para os produtores rurais.
No Nordeste, Lula, do PT, caminhou por Recife ao lado do candidato ao governo estadual, João Campos, em um evento que reuniu apoiadores no Marco Zero. O candidato Augusto Cury (Avante) atuou em Boa Viagem e, à noite, seguiu para Salvador para participar de culto na Igreja Batista Lírio dos Vales.
Em Brasília, Rui Costa Pimenta (PCO) reuniu a coordenação de campanha e concedeu entrevistas, enquanto no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PL) participou da formatura de policiais militares e depois seguiu para evento em Jaguariúna. O candidato Edmilson Costa (PCB) promoveu uma roda de conversa em Seropédica sobre os desafios da classe trabalhadora.
Essa movimentação intensa mostra a diversidade de estratégias adotadas pelos presidenciáveis para reforçar suas mensagens e conquistar votos decisivos na reta final. Com o país dividido e as eleições em um momento decisivo, as campanhas buscam se conectar diretamente com diferentes públicos e regiões.
À medida que o primeiro turno se aproxima, a expectativa é que o engajamento dos candidatos continue a crescer, influenciando o cenário político nacional e definindo os rumos da disputa presidencial. A pluralidade de propostas e a diversidade de territórios visitados refletem a complexidade do processo eleitoral brasileiro em 2026.