No último fim de semana antes do primeiro turno das eleições presidenciais, os candidatos intensificaram suas agendas com ações nas ruas de diversas regiões do Brasil. Caminhadas, carreatas e encontros com apoiadores marcaram os dias 26 e 27 de setembro.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente e candidato à reeleição, esteve na Zona Leste de São Paulo no sábado, onde defendeu a proibição das operações de apostas online, lei sancionada por ele na sexta-feira. Lula enfatizou a importância da fiscalização das casas de apostas clandestinas e criticou práticas que, segundo ele, prejudicam a população mais vulnerável. No domingo, o presidente não teve compromissos públicos.
Em Minas Gerais, Renan Santos (Missão) passou o sábado em Belo Horizonte e Divinópolis, reforçando propostas para redução de impostos e custos estatais. Já Romeu Zema (Novo) visitou Pouso Alegre e Varginha, defendendo mais crédito para o agronegócio, criação de seguro-safra e redução de juros para ampliar a produção.
No domingo, Ronaldo Caiado (PSD) participou de uma missa em Goiânia e reafirmou seu posicionamento contrário aos jogos de apostas, destacando a necessidade de restrições severas à publicidade desse setor. Rui Costa Pimenta (PCO) marcou presença em programas e debates em São Paulo, além de participar de manifestação na Avenida Paulista.
Samara Martins (UP) realizou comício em São Paulo no sábado e esteve em Florianópolis no domingo, onde participou de caminhada e encontro cultural com blocos afros de maracatu. Já Wilson Grassi (Democrata) concentrou suas atividades na capital paulista durante o fim de semana.
Com a reta final da campanha, as ações dos candidatos refletem suas prioridades e estratégias para conquistar eleitores nas principais regiões do país. A movimentação intensa nas ruas indica a importância de consolidar apoios antes da votação marcada para o próximo domingo.
O cenário pré-eleitoral segue dinâmico, com os candidatos buscando ampliar sua presença e dialogar diretamente com o público. A diversidade de propostas e posicionamentos promete manter o debate político vivo até o fechamento das urnas.